Fim

1275 Palavras

Ícaro fica surpreso, tudo, tudo que havia presenciado era mesmo real, a comunicação com sua mãe, todas as respostas... Tudo... Mas uma coisa o deixa ainda mais surpreso... Rômulo caminha mais um pouco até seu pai, ele segura nas mãos daquele corpo fraco e debilitado pelo veneno. — Não pai, o senhor não vai morrer, eu irei cuidar de você, de você e da mãe, não fosse por você, por tudo que aconteceu, eu nunca seria quem sou hoje, nunca veria as coisas, nunca enxergaria a vida como eu vejo hoje... Diz Rômulo se inclinando e beijando a testa de seu pai. Aquele perdão, aquele gesto de carinho, foi para Barcellos a maior de todas as aflições, sua consciência havia pensado de maneira incalculável, ele então chora inconsolavelmente... — Eu não mereço perdão! Eu não mereço perdão... Eu sou mau!

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