Niall Eu dirigia de forma calma, não por estar calmo mas sim para não causar nenhum acidente. Eu já tinha passado na floricultura e comprei um grande buquê de tulipas, eram as preferidas do meu irmão. Olhei para o banco do carona vazio, e a primeira coisa que me veio na mente foi ele. Pude ver ele balançando com uma música qualquer, enquanto ria de mim por ser sério demais. – Qual é, irmão! Você tem que se soltar... dança comigo...– Ele sempre insistia, e eu cedia dançando de forma desajeitada e cantando alto ao seu lado. A gente ria de tudo, a alegria dele contagiava qualquer um, até mesmo um Nara. Nicol era luz, era doce e alegre. – Vamos irmão, aproveite a vida... a gente só tem uma e nunca sabe quando vamos perde-la! Então vamos curti, antes que ela acabe e agente não aprovei

