— FELIPE! — arregalei meus olhos. Ele deu uma risadinha e mexeu na cabeça raspada. — Eu sei… Você tá muito feliz em me ver. — ficou todo metido. — Vem, eu deixo você me dar uma abraço. Arrodeei a mesa e lhe dei um abraço. — Licença aqui. Só pra saber se não é uma alucinação. Ele ficou rindo. Não é alucinação. Ele voltou mesmo! Socorro pai. Se ele ficar bravo com tudo o que eu fiz? Já me considero com um pé na cova. Preciso puxar muito o saco dele, pra quando ele surtar comigo, me perdoar logo em seguida. — Você tá de salto? — Tô. — me afastei dele. — Você fica péssimo de cabeça raspada. — encarei o topo da sua cabeça e ele riu. — Mentira. Todo mundo disse que fiquei ótimo. — ele arrodeou a mesa. — Ainda bem que você fez o favor de levantar da minha Cadeira. Me poupou de te tirar.

