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569 Palavras

A casa dos Maddox estava silenciosa naquela manhã. A mãe de Jace andava pela cozinha com passos leves, colhendo as ervas do pequeno jardim de janela. O cheiro de chá começava a preencher o ambiente, e havia paz — rara, silenciosa, frágil. Até a campainha tocar. Foi um som comum. Mas naquela casa, desde que Jace sumira por dois dias e voltara ferido e fechado, nada era comum. Ela caminhou até a porta. Olhou pelo vidro lateral, franziu o cenho. — Estranho... — murmurou, destravando com cuidado. Girou a maçaneta. E parou. O coração dela simplesmente parou. O corpo congelou, a respiração travou na garganta. Porque ali, na porta, estava ele. Davi. ⸻ Ele estava de pé com as mãos nos bolsos do casaco escuro. O capuz jogado para trás. Tinha o cabelo mais longo que antes, num tom cast

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