A manhã estava tranquila no acampamento cigano, mas o burburinho de felicidade e euforia estava presente em cada canto. Amapola, com seu recém-nascido nos braços, era o centro das atenções. O bebê, ainda com os olhos fechados, era a coisa mais fofa que os olhos de qualquer um poderia ver. Seu corpo estava delicado e ainda quente da experiência de nascer, mas o pequeno Miguel já mostrava sinais de ser forte, saudável e cheio de vida. Anne e Clara, com sorrisos largos, ajudavam Amapola a cuidar do bebê, arrumando-lhe um pequeno ninho de panos macios e fofos, enquanto as outras mulheres do acampamento se aproximavam para admirar o pequeno. Amapola, radiante de felicidade, observava seu filho com um olhar terno e amoroso. Depois de tanto sofrimento e desafios, o momento da alegria finalmente

