Depois de trocarmos de motorista novamente, parando o carro na pista dessa vez para Atlas verificar a traseira do seu carro – e descobrir que não teve estrago algum além de uns arranhões leves na pintura – ele nos conduz até o orfanato onde encontraram minha irmã. É uma construção velha, parece mais uma casa abandonada, mas sem todo o costumeiro espaço. Não parece haver muita diversão e sequer cuidado ou condições para as crianças que moram aqui, e Atlas vai na frente, falando algo com um homem grande que é o porteiro – ganhando a nossa liberação. O lugar é diferente, parece mais uma prisão para menores do que um orfanato de verdade. Tudo tem um ar macabro e me deixa visivelmente preocupada, o que Atlas claramente percebe. Ele me encara com um olhar pensativo e acaba encostando os dedo

