Depois de terminar o meu papo com o juiz eu precisei pegar mais uma taça de champanhe para me acalmar um pouco. Só que eu não consigo ficar muito tempo sozinha, pois um homem barbudo logo aproveita que não tenho mais companhia e vem até mim. Sua conversa não é nada divertida, mas eu finjo que sim, sorrindo das piadas sem graças. Estou quase morrendo de tédio quando consigo ver Atlas retornar ao salão, sem evitar demonstrar o alívio por ver meu marido. Me despeço educadamente do barbado e caminho para Atlas que parece procurar alguém, até que paro em sua frente. — Procurando alguém? — O questiono. — Eu não vejo o juiz por aqui. — Que decepção, pensei que estava procurando por mim. — Lamento. — Você foi a primeira que vi no salão, não precisava procurar. — Avisa. — Mas não se preoc

