Allegra não está com muita moral para ainda chegar na minha cozinha e me acusar de cozinhar m*l – mesmo que isso seja verdade. Ela não tem o direito de fazer isso. Quando me diz que vai guardar o meu segredo, eu nem respondo nada de tamanha cara de p*u. Mas ela ganha minha atenção quando vai até pia, passando por mim e começando a organizar as coisas que eu baguncei. — O que está fazendo? — Eu a questiono com o cenho franzido. — Vou preparar o nosso almoço antes que morramos de fome ou intoxicação. — Nem me encara para responder. Allegra começa a agir como se estivesse em sua casa, de certa forma é, mas ainda é novidade tudo isso para mim também. Ela começa a abrir armários procurando utensílios e ingredientes e parece que estou assistindo a um filme em outra língua, não entendo na

