Maya Eu já não tinha mais forças para continuar me movendo, enquanto ele continuava seu ataque a meu corpo. Seu líquido quente já escorria entre as minhas pernas pela terceira vez, mesmo assim ele não diminuía o ritmo, mesmo que fosse visível que eu já estava completamente exausta. – Você é minha Maya! Entendeu? Apenas minha! – Repetia várias e várias vezes enquanto se derramava dentro de mim novamente e enfurecidamente. – Não pense que eu te deixarei partir algum dia, isso nunca irá acontecer. – Por mais que eu soubesse que aquilo tudo não deveria ter passado de um simples contrato e que eu jamais deveria ter deixado que ele me tocasse, eu me deixei levar, eu deixei que meu desejo falasse mais alto e agora quando ele diz que jamais me deixará ir, eu sinto um tremor percorrer minha

