Khalil Mustafá Furak NA PORTA do hospital um médico me olha com um sorriso no rosto e me cumprimenta com uma simples reverência, eu não sei quanta raiva eu sinto, além dos motivos óbvios, mas Anna ter desmaiado depois de se atrever a colocar suas mãos de mulher em meu rosto com um tapa, me deixou preocupado, mais que isso, enfurecido! — O senhor será pai, sua bela e jovem esposa está grávida! Grávida? Abro a boca e sinto um nó na garganta, sinto um brilho nos meus olhos que não consigo imaginar. — Como ela está?! — Vai precisar de alguns cuidados, mas está perfeita em todos os quesitos referentes a saúde dela e do bebê, mas peço que ela passe essa noite no hospital, em observação. Poderá sair pela manhã. — Não, vou levá-la para casa, quero os melhores médicos supervisionando-a,

