Baquba, Iraque, 04/07/2000 Movi-me à casa que eu sabia ser da mulher corajosa — primeira a falar na conversa na Ala de Reabilitação. Sabia que ela não estava em casa, era uma boa samaritana. Caminhava pela cidade para ceder ajuda aos seus, desde cozinhar a cuidar de ferimentos leves. Sabia produzir unguentos e chás, logo, era isso o que fazia da vida. Quando ela chegou, os amendoados olhos arregalaram. — Boa noite! — sorri. — Pronta para me pagar? — B-boa noite! — Ela arfou, abaixando a cabeça. — Não se preocupe. Apesar de poder, não serei tão insensível a ponto de simplesmente tomar o que é meu. Ela assentiu com a cabeça, rapidamente. — Banhe-se. Coma. Tenho tempo… — falei, gentil. — Obrigada. — Prometo não espiar no banho — brinquei, rindo. Claro, ela ficou muito constrangida

