— Antes de nos divertirmos, tirarei seus compatriotas do recinto. Não quero que eles ouçam o que nós faremos! — falei para a mulher corajosa. Pude ouvi-la, senti-la, engolir seco. Estendi a mão para os pequenos trazerem a virgem aos meus braços. Ela estava sonambulando — na melhor das palavras —, apenas beijei sua testa. Com uma carícia em seus cabelos, consegui preencher um fio com minhas trevas para eu poder monitorá-la de perto — sim, invasivo, porém, necessário. Devolvi-lhe à sua casa, em sua cama, com muito zelo. O tajique ainda estava adormecido, apenas o deixei em um dos quartos da casa, afinal, teríamos trabalho… logo, ele poderia seguir comigo à casa de Ali. Terminando, finalmente desatei os braços e pernas da mulher corajosa, mantendo sua cintura envolvida para impedi-la de

