BRIAN NARRANDO Louise age como se não me amasse, e como se eu não soubesse dos seus verdadeiros sentimentos. Talvez seja a idade, talvez seja o sofrimento que a fez criar muros invisíveis, mas eu não ligo de provocá-la o suficiente até que ela admita. Eu não faria isso se não tivesse certeza do que ela sente. Tudo nela grita seus sentimentos por mim, o corpo dela pede pelo meu, e o meu pelo dela, obviamente. Talvez ela seja a mulher da minha vida, talvez esse contrato tenha me trazido muito mais do que um cargo na máfia. — Você tem razão. — Ela falou, respirou fundo e eu afundei ainda mais meu dedo em sua região íntima. — Tenho razão sobre o que, Louise? — Coloquei o rosto em frente ao dela, deixando nossos lábios bastante próximos. Eu movimentava meus dedos ali, para provocá-la. Ela

