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1627 Palavras

BRIAN NARRANDO — Não? Não é só pelo contrato? — Fingi estar surpreso. — Brian... — Ela ficou vermelha, muito vermelha. Segurava meu braço para que eu não saísse, e eu o tirei delicadamente de mim, segurando sua mão logo em seguida. — Você gosta de mim. — Afirmei. — Se você acha... — Ela desviou o olhar. — Por que não admite? Te dói? — Talvez. — Ela voltou a olhar para mim. — Vai pra casa, Louise. Depois conversamos. — Ela suspirou e vencida por mim, saiu da sala. Quando fechou a porta, eu sorri de forma maliciosa e me joguei em minha cadeira. Estava satisfeito porque arranquei dela o que eu queria. Meu telefone começou a tocar, e assim que vi, atendi. — Sim? — Oi, querido! — Era um grande parceiro de negócios da máfia, faz grandes movimentações e muito querido. — Olha só quem

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