Quatro horas da manhã: pensei ter ouvido o telefone tocar, mas havia parado... Suspirei e encarei o relógio: deve ter sido um sonho, ou um pesadelo, ultimamente ligações telefônicas não eram lá muito boas de atender. Viro para o lado, tentando voltar à dormir, novamente o telefone toca: - Alô? - digo sonolenta. - Mel? - uma voz feminina um pouco ofegante pergunta. - Sim - respondo já acendendo a luz do abajur - quem está falando? - Sou eu, a Jenny - ela diz, e percebo que não parece bem. - Jenny, nossa - eu bocejo - o que aconteceu? - Acho que eu preciso de ajuda - ela diz - parece que são as minhas contrações, e o Gregor, ele levou meus pais ao velório da minha tia avó, no Kansas - ela revira os olhos - maldita tia Sally... - Tudo bem - eu digo imediatamente - me

