Ele disse que sim, ela se sentou séria - Quero um filho! - Você não é muito inteligente, pelo menos é bonito. - Nós dois sabemos que eu posso ir embora daqui. - Meu pai anda tão lo.uco que demoraria semanas para notar. Ele começou rir debochando, pegou um pano e álcool disse que ia limpar os machucados, começou com o rosto, ela havia batido a cabeça, ardeu o corte, ela resmungou com aquele olhar triste apático - Eu faço tudo errado! Acha que vai ficar cicatriz? Ele sorriu irônico - Nem tudo pô! Sabe dar gosto.sinho. Ela sorriu irritada - Até parece, com o tanto de pu ta mais vivida que você fica por aí. - Deve estar tirando uma comigo. Ele continuou limpando as escoriações - Não sou assim pô, tá aí um defeito que deveria ser qualidade. Tá doido! - A verdade dói, por i

