O nome ecoou na cabana como algo vivo. — Lilian… Jake não precisou pedir que Kayla repetisse. Não precisou confirmar. O impacto foi imediato, interno, quase físico. O corpo dele reagiu antes da mente: os ombros ficaram rígidos, a respiração travou por meio segundo, e os olhos se desviaram para o chão de madeira gasto. Ele conhecia aquele nome. Conhecia bem demais. Mas não disse nada. Kayla percebeu. Não pelos gestos exagerados, Jake não era desse tipo, mas pelo silêncio que se seguiu. Um silêncio diferente, denso, carregado de algo não dito. — Você sabe quem é — ela afirmou, mais do que perguntou. Jake levantou o olhar devagar. O rosto estava controlado, mas os olhos entregavam o conflito interno. — Eu já ouvi esse nome antes — respondeu, escolhendo cada palavra com cuidado cirúrg

