vinte e oito

1192 Palavras
You just be honest with me, I know we can make this work (Apenas seja honesta comigo, eu sei que poderemos fazer que isto dê certo) — One Life 5 meses depois... Acordei e já estava claro, peguei meu celular e vi que marcavam 10 horas. Havia 15 chamadas perdidas do Niall, 10 do Zayn e 20 mensagens dos dois, isso sem contar as da Gigi. Hoje eu vou ao médico fazer a ultrassom. Vou descobrir se meu bebê é um menininho ou menininha. Eu e o Niall decidimos que se for menina vai ser Lucy. Se for menino vai ser Emmanuel. Minha barriga está um pouco grande. Incomoda na maior parte do tempo, mas eu a acho linda. Levantei, fiz minha higiene, tomei um banho, lavei meus cabelos. Sai e fui até o closet. Coloquei um short, uma blusa floral e uma sapatilha. Penteei meus cabelos e fui até a cozinha comer algo. Enquanto estava fazendo torradas, liguei para o Niall. — Até que enfim! — Sem drama, Nini. — rolei os olhos. — Não role os olhos pra mim. Você já comeu? — Já, pai! — respondi irônica. — Vamos nos encontrar lá? — Em 10 minutos estou aí. — Tá certo. Beijos! — Beijos. Nesses cinco meses já nos mudamos para o apartamento. Como tem três quartos; um é meu, outro do Niall e outro do bebê. O quarto com suíte Niall disse para ser o meu, e ainda fez um closet. Depois daquele dia em que fui à casa de mamãe, nunca mais voltei. Tentei falar com ela no telefone e ela só faltou me chamar de santa. Niall disse para deixar passar isso. Desde então eu nunca mais a vi. Niall me encheu de roupas, sapatos, bolsas. Deu-me várias coisas, pois as que eu tinha não estavam mais dando, e só peguei algumas peças. Como o Zayn havia aconselhado, nós sempre trocamos selinhos em público. Já até se tornou rotina. Às vezes, fazemos até em casa. Mas acho que estou começando a confundir as coisas. Niall me vê como uma irmã, e eu estou me equivocando. Isso vai acabar afetando nossa amizade. Despertei dos meus pensamentos com meu celular tocando, era o Niall. Nem atendi, apenas peguei minha bolsa e desci. — Como está? — Niall perguntou assim que entrei no carro. — Estou bem. — respondi colocando o cinto. — E lá na empresa? — Tudo normal. O pai disse que vai haver uma reunião e ele quer que eu assista para ter uma ideia de como é. — ele disse saindo com o carro. — Isso é importante. Se você quiser mesmo isso, precisa saber como funciona. — Esse é o problema. E se eu não gostar? Como vou dizer isso ao meu pai? — ele disse num tom preocupado. — Mas você não está gostando? — perguntei. — Eu só tenho 16 anos! — ele exclamou. — Não pense nisso agora. Tenho certeza de que seu pai irá entender se você não gostar. Até porque ele não te forçou, apenas ofereceu o lugar. — Tem razão. Isso só vai me deixar mais preocupado. Está nervosa? — ele perguntou me olhando de lado. — Mais ou menos. E você? — perguntei divertida. — Estou normal. E vou ganhar a aposta! — ele disse confiante. — Chegamos. — Niall disse estacionando. — Vamos? — perguntei saindo do carro. Niall pegou minha mão e entramos na clínica. Dei meu nome e ficamos aguardando a minha vez. Depois de três mulheres, era a minha vez. Essa é a segunda ultrassom que faço. A primeira até chorei. Não vi nada, mas ouvi o coraçãozinho. Foi tão lindo! Hoje vai ser a morfológica. Ela pode ouvir as batidas do coração, a formação do cérebro, dos órgãos, e vai medir os ossos para saber se o crescimento está dentro da média. Sai dos meus devaneios quando ouvi meu nome. Eu e Niall fomos para a sala. — Boa tarde, Demi e Niall. — a médica disse. — Boa tarde. — respondemos uníssono. — Ansiosos para saber o s**o? — ela perguntou. — Muito. — respondi sorrindo. — Já sabem o nome? — ela perguntou sorrindo. — Se for menina será Lucy, se for menino será Emmanuel. — Niall respondeu. — Muito bem. Vamos lá então? Me deitei e ela passou aquele gel, ligou o aparelho e começou a passar. — Bom, está tudo normal. Seu bebê é muito saudável. — ela disse depois de alguns minutos. — E... É uma menina. Meus olhos se encheram de lágrimas. Eu teria uma menininha. Olhei para o Niall que tinha um sorriso bobo estampado. — Será Lucy. — ela concluiu. Logo que terminou o exame, eu e o Niall saímos da sala. — Nini, estou com fome. — disse me apoiando nele. — Vamos comer. — ele disse ainda com cara de b***a. — Niall? — disse prendendo o riso. — O que foi? — ele me encarou. — Sua cara. — disse soltando uma gargalhada. — O que tem? — ele perguntou sem entender. — Está engraçada. — disse controlando o riso, já que as pessoas na rua nos olhavam estranho. — Está como? — ele perguntou confuso. — b***a. — disse rindo. — Você que é. — ele disse se fazendo de bravo. — Sua cara, esperto. Está com cara de b***a. — disse dando um t**a de leve na sua cabeça. — Ah, entendi. Fomos o caminho todo conversando. Paramos em uma lanchonete e fizemos nossos pedidos. — Ah, Nini! Liga para o Zayn. Ele deve estar curioso. — disse me lembrando da aposta. — d***a! Perdi a aposta. — ele disse e eu ri. — Eu disse para você não apostar. — Como eu ia adivinha que seria uma menina que gosta de futebol. — ele disse e eu ri. Ele pegou o telefone e discou. — Põe no viva-voz. — assim ele fez. — Até que enfim! — a voz de Gigi ecoou. — Estou bem, obrigada. — disse irônica. — Demetria, me poupe de suas ironias. — Zayn disse e eu ri. Ele odeia quando sou irônica. — Dá pra parar vocês dois. — Gigi disse. — Pode dizer que ganhei a aposta! — Zayn disse confiante. — Pior que ganhou mesmo. — eu disse. — É serio? — Gigi perguntou surpresa. — Aham. — Niall concordou. — Ah, sabia! Viu Niall, nunca aposte comigo. — Zayn disse rindo. — Muito engraçado você, Zayn. — Niall respondeu irônico. — Odeio quando vocês usam a ironia comigo. — nesse momento nossos pedidos chegaram. — Vamos comer. Depois falamos com vocês. — Niall disse. — Tá bom. Tchau. — Zayn disse finalizando a ligação. Comemos, e quando terminamos Niall pagou e fomos à loja. Niall estava ansioso para comprar as coisas para a Lucy. Ainda não acredito que é uma menininha. Estou tão feliz. Compramos um armário branco, um berço também branco. Compramos uma poltrona roxa, e o Niall mandou fazer um quadro com as iniciais da Lucy. Por hoje só. Ainda temos que pintar o quarto. Ele está branco, pois não sabíamos o s**o do bebê. Lucy Lovato Horan.
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