Salvatore estava deitado na cama do hospital, sua mente cheia de pensamentos turvos e desconexos. Ele sentia o peso da dor física e emocional, e apesar de estar sedado e entubado, ele estava consciente o suficiente para ouvir as palavras que circulavam em torno de si. Seus olhos, embora não pudessem se mover com facilidade, estavam focados no teto branco da UTI, enquanto ele tentava processar tudo o que acontecia. O som da porta se abrindo o fez estremecer levemente. Seus sentidos estavam embotados pela medicação, mas ele reconhecia a voz que entrou no ambiente. A voz de Jordan Bianchi. — Salvatore... — A voz de Jordan ecoou na sala silenciosa, grave e cheia de uma tristeza que fez o coração de Salvatore apertar, mesmo sem poder expressar fisicamente. — Eu sei que você não está bem. Não

