Salvatore estava imerso em um sono profundo, seu corpo ainda se recuperando após o acidente. Embora fisicamente imobilizado, sua mente viajava para um mundo de sombras e luz, onde ele encontrou Helena. Ela estava diante dele, sorrindo suavemente, como se não houvesse distância entre os dois. Salvatore sentiu um calor reconfortante se espalhando pelo peito, como se pudesse finalmente respirar sem dor. Helena olhou para ele com uma expressão serena, mas havia uma tristeza em seus olhos, uma tristeza que ele nunca havia visto antes. Ela estendeu a mão, tocando levemente o rosto de Salvatore. — Salvatore, meu irmão — ela disse, a voz suave, mas cheia de urgência. — Você precisa voltar. Voltar para o mundo dos vivos. Eu sei que o peso do que você carrega é imenso, mas a vida ainda tem algo a

