David Quincy Sábado às 19:29 no apartamento n°123 dos irmãos Fosters, Inglaterra (Oxford). Adorado diário, após o nosso beijo vigiado pelo dilúvio reluzente, Philip revelou o seu mais íntimo para mim lacrimejando sua bela iris clara. Experimentei as pontas dos dedos formigando, sua ardência transcendendo a pele. Fitei por breves segundos entrelaçando nossos lábios. A peripécia havia escrito sua fábula para nós sem temer aos personagens. Ele não quis entrar profundamente em seu passado, mencionou poucas vezes o nome do seu antigo amor que haverá se chamado Dener. Por instantes fantasiei como era o relacionamento de ambos onde foi levado ao fim fatídico. Ao iniciar o crepúsculo na tarde do dilúvio, decidimos frequentar um dos monumentos mais apreciados por mim, o Castelo de Oxford qu

