[...] — Alô, alô? — a pessoa do outro lado da linha não dizia nada, só se ouvia sua respiração. Não sei por qual motivo senti meu corpo arrepiar, Richard percebeu meu desconforto sem tirar o olho da minha direção, disse: — Está tudo bem? — com uma de suas mãos, deu um leve aperto sobre minha coxa. Não quis preocupa-lo e me limitei a assentir com a cabeça. Desliguei o aparelho celular ignorando a ligação e voltei a curtir a viagem com o meu Deus grego. Uma hora, exatamente, foi o tempo que levamos para chegar ao nosso destino. Chegamos a praia e adentramos na garagem de uma luxuosa casa. Desligou o carro com os olhos voltados pra mim, deu uma leve mordida em seu lábio inferior seguido de uma piscadela, que me fez ter um desejo louco por ele. Sem pensar duas vezes, subi em seu colo

