— Ela é uma... —Se controle porra... —Não me mande ficar controlada, eu estou esperando um filho seu... Assustada com os gritos vindos de algum lugar, de onde não havia ainda me dado conta de estar, eu dou um salto para fora da cama. Percorro os olhos pelo quarto luxuoso que difere da minha realidade, imagens de como eu havia ido parar ali me invade. —Richard — eu levo uma mão a cabeça ao sentir latejar, e um gosto horrível amargo na boca. Eu ouço batida na porta se misturando aos gritos contínuos. Eu fito a camisa em que estou vestida, e o seu cheiro não me deixa ter dúvidas de que ela pertence a Richard. Batidas na porta voltam a ser ouvida, rapidamente eu me encaminho até ela, ao abri-la, fito a imagem da mulher que me recebera a primeira vez em que estive aqui. —Oi, dona Gabri

