Meus cabelos estavam apoiados no almofadado macio, viraram um rebanho dourado e vistoso, junto a imagem dos meus lábios engolindo em seco. Ele me olhava de um jeito terno, preciso e era como se aquilo fosse importante demais para ser interrompido. Efeitos da lua vermelha? Com o quê ele estava tomando cuidado? De joelhos, ele tocou com a ponta dos dedos as marcas em meu pescoço, desceu as duas mãos, apalpou a mama levemente dolorida, desceu para a curva da barriga, chegou na minha cintura e abraçou minhas coxas. — Gosto das suas mãos. — sussurrei, como se precisasse falar baixinho para ninguém escutar. — Sou capaz de admirar sua imagem para todo o sempre. — murmurou, respirando com certa dificuldade — Fêmea, estou no meu controle… — O que há de errado com a lua? — suspirei, abrindo

