capitulo 106

824 Palavras

📓 Adriel Monteiro Eu dei um beijo nela. Não foi na boca. Foi na bochecha. Devagar. Com a mão na nuca. Beijo que diz: fica. Beijo que diz: eu volto. — Já vou. — falei baixo, quase no ouvido. — Tua irmã tá fazendo pacto com os demônios lá dentro sozinha. Se eu não for, ela invade o Itamaraty pra matar o Adrian. Sera soltou um riso pequeno. Aquele riso que alivia o peito, mas ainda treme no fim. — Vai… — ela respondeu, dedos apertando minha camiseta só um segundo. — Mas volta. Eu passei o polegar na bochecha dela, olhando nos olhos. — Eu volto sempre. — E tu fica com Theo aí. Se ele fugir, eu te prendo. Ela riu mais, baixinho, daquele jeito que só ela sabe. Soltei ela devagar. Levantei. Peguei as chaves. Antes de atravessar a sala, olhei de novo. Sera estava sentada no sofá,

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