Ela permaneceu nos braços dele por mais um instante... Silenciosa. Até que murmurou, a voz rouca, arranhada, quase imperceptível: — Vou pra jacuzzi... é quente... Bryan a olhou, os olhos azuis ainda carregados de dor, mas agora havia algo mais: alívio. Ela estava voltando. Mesmo ferida... ela estava voltando pra ele. Ele assentiu, com cuidado. — O que você quiser. Sua voz foi baixa. Acolhedora. Ele não faria perguntas. Não imporia nenhuma exigência. Apenas seguiria. Mia se soltou dele lentamente, ainda vulnerável. Seus passos eram calmos, como se cada movimento ainda pesasse, mas ela se movia — isso já era muito. Bryan a seguiu, próximo o suficiente para protegê-la, mas respeitando o espaço dela. Ele a observaria mergulhar na água quente se quisesse ficar em silêncio. Ou en

