Era como estar, de volta ao inferno. Às paredes fechadas. Àquela luz vermelha e silenciosa. Ao lugar onde foi mantida em cativeiro. Onde a despiram de tudo — até da alma. Onde a tocaram sem permissão. Onde a dor virou rotina. E agora... Agora Bryan estava ali. Sobre ela. Dentro daquela mesma atmosfera. Tocando, lambendo, mordendo. Sugando. Querendo dar prazer. Mas sem ver. Sem sentir. Mia queria gritar. O corpo queria correr. Mas estava paralisada. Tremendo. E Bryan... não parava. Ele a adorava como se ela fosse sagrada, mas não notava o terror escorrendo pelo olhar dela. — Bryan... para... — ela sussurrou. Ele não ouviu. Porque estava preso demais no prazer. No t***o. Na necessidade de marcá-la, de possuí-la. De fazer dela só dele. Bryan se ajoelhou diante dela, f

