Enquanto os dois se aconchegavam na cama — nus, exaustos, ainda com os corpos aquecidos pelo que haviam acabado de fazer —, o silêncio que os envolvia era pesado. Denso. Quase sufocante. Porque, embora dividissem o mesmo espaço, a mesma cama, o mesmo lençol... não estavam no mesmo lugar. Para Bryan, havia um brilho nos olhos, um quase sorriso nos lábios. Um alívio t**o e perigoso. Parte dele sentia que aquilo significava alguma coisa. Que ela ainda era dele. Que ainda o queria. Que talvez... o amasse, mesmo que não admitisse. Essa ideia o preenchia com um prazer quase infantil, egoísta. Uma sensação de vitória silenciosa. Ele conhecia Mia. Sabia o quanto ela resistia a tudo, menos àquilo ao fogo entre eles, à intensidade física que sempre os conectou mesmo no meio do caos. E era niss

