Capítulo 122 Carol

1220 Palavras

Carol Narrando Eu nunca pensei que ia ouvir foguete estourando no meu morro e sentir medo de verdade. Medo não por mim. Medo por ele. Porque assim como o Rafael falou… eu sei. Eu tenho certeza. Isso tem dedo do pai dele. Isso tem cheiro de vingança velha, de ódio guardado, de gente grande mexendo peça onde quem morre é quem tá embaixo. E ele tá aqui. Do meu lado. No meio disso tudo. — Ah, você só quer um colete e um fuzil? — eu virei pra ele, quase gritando, os olhos grudados no rosto dele. — Abre o olho, Rafael! Você vai atirar contra os seus próprios parceiros? Contra quem trabalhou contigo? Ele nem piscou. A mandíbula travada. O olhar firme. — Eles tão aqui por minha causa — ele falou firme, a voz baixa, mas cada palavra pesando. — Seja por vingança, seja por ódio do teu pai, sej

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