Um local para dormir

1178 Palavras
Voltando a dias atuais, descemos o morro pelas trilhas escondidas que meu pai fez, ninguém viu nós dois, mandei o cabeça jogar o celular fora e desligar o rádio, quando estivermos em segurança ligamos o rádio e tentamos descobrir algo. — Mano para onde vamos? — Vamos passar a noite na praia, tem um luau, vamos para lá, no meio do povo ninguém irá atrás de nós. — Mas e depois Chuck? — Vou bolar algo p***a. Chegamos no luau, está lotado, eu sabia desse luau porque uma mina que eu pego às vezes me chamou, agora é achar ela aqui e ir para a casa dela, não vamos dormir na rua, pois é luau de “playba” e “patricinha” devem estar se perguntando o filho do dono do morro com uma patricinha, isso não existe, pois é nunca gostei de pegar as maria fuzil elas não são confiáveis, então quando as patricinhas decidem subir o morro e ir para o baile funk, porque pode até achar que não, mas o que mais tem nos bailes na favela, são alunos de faculdade particular, se soubessem o tanto de estudante de medicina que cola as marias no morro e compra droga, não iriam acreditar. O cabeça está inquieto preciso dar um jeito de acalmar ele para não chamar atenção e espero que a loirinha apareça. — Vem mano, cola aí. Vou até onde tem um bar montado pego duas cervejas entrego uma para ele. — Bebi aí e relaxa, confia no pai. — Sei não Chuck. — p***a c*****o, preciso de bolar um plano e você aí marcando não vai rolar. Bebi essa p***a e vai catar uma patricinha aí. — Tá bom mano. Ele começa a beber, bebi uma, duas na quinta cerveja ele já com uma garota pendurada no beiço dele. Me sento na areia e penso no que fazer, preciso de bolar algo sem falhas, um erro e sou morto, bom toda vez que alguém assume o morro precisa se apresentar perante a comunidade, mas antes de fazer isso ele se reúne no QG para passar as novas regras, é aqui que preciso pegar ele, ele não sabe onde estou então estará vulnerável, pois ele vai esperar uma retaliação dias depois. Sinto duas mãos macias passando por cima do meu pescoço, conheço esse perfume. — Clara, minha loira. — Não achei que viesse. — Aqui estou. Ela dá a volta e se senta em meu colo. — Estou vendo e adorando isso. Ela me beija, claro que correspondo. — Como sabia que era eu? — Seu perfume, me atento em detalhes querida. A noite corre bem, bebemos, dançamos, trocamos uns amassos que deixo ela doida, preciso que ela me leve para dormir na casa dela. Estamos em uma parte mais escura, ela pendurada em mim. Enquanto beijo ela, levo minha mão e enfio por cima do cós do short dela, enfio por dentro da calcinha dela, ela está encharcada. — Para mim é? — Claro que sim. Manipulo o c******s dela. — Ah Chuck. Enfio o dedo dentro dela e faço círculos no máximo que consigo, que calcinha apertada p***a. — HUum. Ahh. Retiro o dedo de dentro dela e levo na boca dela, ela o chupa. — p***a Clara. Olha isso. Pego a mão dela e levo no meu p*u, está duro. — Ah Chuck vamos embora agora. Dou um sorriso, era isso que queria. — Preciso levar o cabeça comigo. — Tá, ele dorme na sala, só vamos. Cadê ele. Eu assovio e não demora nem dois minutos ele aparece do meu lado. — Tô aqui. — “Vambora.” Ela olha ele de cima para baixo. — Tá ficando louca p***a. — Não é isso, ele não vai dormir na sala. Aperto o pulso dela e olho no olho dela. — Calma meu amor, só que a garota que divide o apartamento comigo, acho que eles vão se dar bem. — Sabe que te mato se pensar em dar para ele né? — Eu sei. Ela me beija e seguimos para o carro dela, não demora e chegamos no prédio de luxo, me sinto até estranho em um lugar desse, mas preciso disso. Entramos e a amiga dela vem em um pijama curto, com um decote entre seus s***s que p**a que pariu, com um longo cabelo preto, o bom que é do jeitinho que o cabeça gosta. — Bora Clara. Preciso enfiar meu p*u na sua b****a, deixa que eles se acertem. — p***a Chuck. – Cabeça fala. A amiga da Clara fica vermelha de vergonha. — Bruna, esse é o Cabeça, Cabeça essa é a Bruna. Amiga, faça sala a ele, estarei ocupada. Ela diz isso a amiga e sai me puxando em direção ao quarto dela. Cara, rico vive bem para a p***a, olha o tamanho desse quarto e ela mora em um apartamento, tá, nos morramos no morro, mas mesmo assim, depois de matar o desgraçado que matou meu pai e assumir o comando, quero uma casa confortável, muita coisa vai mudar nessa p***a. — Gostou do meu quarto? — Nem reparei, vem aqui loira. Tiro a roupa dela e já tiro a minha, pego ela com força, é assim que as patricinhas gostam, quando somos brutos, elas gostam que puxem os seus cabelos, batam nas bundas delas para deixar marca, tenho certeza de que depois elas mostram para a amiga e diz, o cara do morro que fez. Depois de comer a b****a dela, três vezes e ela ficar com as pernas bambas, tomamos um banho, eu dei banho nela, ela não conseguia ficar em pé. Hahaha. — Vai dormir aqui hoje? — Não sei. — Anda Chuck, fica aqui vai, sei que nunca dorme com ninguém, mas está tarde, até você atravessar e subir o morro. — Vai me levar não p***a? — Ah Chuck. Olho nos olhos dela, sim eu preciso passar a noite aqui, mas ela não pode saber disso. Me levanto coloco minhas calças. Ela puxa meu cós. — Prometo que não conto para ninguém que dormiu comigo. — Se alguém souber que dormi aqui, eu venho aqui e te mato, tá ligado? — Ninguém nunca saberá e a Bruna não conversa com quase ninguém, não precisa se preocupar com ela. Olho para ela e confirmo com a cabeça, tiro minha calça de novo e me deito, puxo ela pro meu peito, não demora e ela adormece. Retiro ela de cima de mim devagar e pego o rádio na mochila, visto a calça e vou para a sacada que tem no quarto, ligo o rádio e espero, faço o código que só os mais próximos tem, tipo um código Morse. Tenho medo de ninguém estar na escuta, não sei quem está morto, quem está no poder do traidor, mas preciso manter a esperança, trabalhar sozinho para invadir o que é meu, mesmo conhecendo cada pedra que tem ali, será arriscado. — Chuck, é você? Eu não respondo, não sei quem é. — É o TH, p***a, me fala que é você.
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