Com um sorriso, ele se moveu em minha direção, lentamente, dando um passo intimidador de cada vez. Eu me senti uma maldita presa, sabendo que estava encurralada e a segundos de ser devorada da cabeça aos pés. Sua estrutura de um metro e noventa, olhar faminto e lábios perfeitos me fizeram pressionar minhas unhas contra o concreto atrás de mim. Tendo um metro e setenta, eu nunca me senti pequena, mas enquanto ele me prendeu entre ele e o sofá, meus pulmões pareciam estar sendo sufocados. Ele pegou meu queixo entre o polegar e o indicador, forçando-me a olhar para cima. — Claro que não. Eu odiei. Eu odiei como ele me intimidava tão facilmente, me afetando com suas insinuações sexuais grosseiras. O filho da p**a me sequestrou. Ele realmente achou que eu cairia de costas e imploraria p

