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1539 Palavras

ISABELLE Estou sozinha em sua cama quando acordo. Olho para o relógio. Passa um pouco das nove da manhã. Eu me pergunto quando ele escapou. Você pensaria que eu notaria, sentiria o movimento da cama ou algo assim. Sentir a perda de calor. Porque ele me segurou ontem à noite. Adormeci com a cabeça contra o peito dele. Eu sento, esfrego meu rosto. O que há de errado comigo? O que ele fez ontem à noite foi aterrorizante. Ele era assustador. E quando eu disse o que disse a ele, quando joguei minhas palavras para machucá-lo, quase não me reconheci. Isso não é quem eu sou. Eu não tento machucar as pessoas, não importa quem elas sejam. Mas neste caso, não era para machucá-lo. Não totalmente, pelo menos. É verdade o que eu disse. Eu assisti aquela doce garotinha adormecer meio encostada na port

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