JERICHO Isabelle não fala mais uma palavra até estarmos no carro mais tarde naquela noite. Eu a observo, sentindo-me presunçoso. Quando chegamos a casa, ela tenta se soltar, mas eu seguro seu pulso. — Solte. Estou com fome e cansada. — diz ela. Lembro-me do que Angelique perguntou. Se ela estava se sentindo melhor. — Você não jantou? — Eu não me senti bem, então não, não realmente. — Vou fazer um sanduíche para você. — Eu a acompanho até a cozinha. — Eu posso fazer meu próprio sanduíche. Você pode ir para a cama ou brincar com seu novo brinquedo ou qualquer outra coisa. Apenas me deixe em paz. — Certo, não. — Acendo a luz da cozinha e puxo uma cadeira no balcão. — Esse brinquedo novo é o nosso brinquedo. — digo a ela com uma piscadela. — Sente-se. — Por que você compraria essa cois

