ISABELLE Estou passando m*l no banheiro de Jericho na tarde seguinte quando batem na porta. Alguém sacode a maçaneta e agradeço a Deus pela fechadura. — Isabelle? — É Leontine. — Eu estarei aí. — eu digo, estendendo a mão para dar descarga e sentando contra a banheira, os azulejos frios sob minhas coxas nuas. — Você está bem? — ela pergunta. — Abra a porta. Eu trouxe algumas torradas e refrigerante de gengibre. — Eu não estou com fome. — Como ela pode pensar que eu quero comer? Empurro o cabelo da minha testa. Está grudando. A maioria das pessoas suam quando vomitam? Faz tanto tempo desde que eu tive um bug que eu não consigo lembrar. Eu me arrasto para os meus pés e abro a torneira para lavar meu rosto com água gelada, então me afasto para olhar meu reflexo. Eu pareço terrível. Exa
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