Já dava para ver o sol dando o ar da graça pela janela quando o ultimo convidado foi embora. Eu caí sentada no sofá de tanto cansaço e, também, porque depois de festejar até o amanhecer o álcool já se encontrava em meu sangue como uma presença constante, constante o bastante para me deixar tonta. - Nem tive tempo de dizer, sua casa é o máximo! - Disse a Poly que havia sentado-se ao meu lado. Olhei para o Rafael que estava nesse momento na cozinha, buscando um copo de água que eu havia pedido. - A casa não é minha Poly, é do Rafael. Tô morando aqui de favor. Rafael que já estava entrando na sala, intrometeu-se na nossa conversa. - Na verdade, ela é mais sua do que minha. Quase não venho aqui, e só estou vindo mais por sua causa. Ele me entregou a água e foi para trás de mim, fazendo u

