Theodore Grey
Minha festa de casamento com a Hannah foi linda, nossa família reunida, logo o bebê chegaria e ai assim tudo estaria completo.
Os dias passaram e estamos contando nos dedos a chegada do bebê, Hannah esta cada dia mais radiante e linda, se é que ela pode ficar mais perfeita do que já é.
- Theo, acorda o bebê vai nascer! - Hannah me acorda e me sento na cama sonolento.
- O quê foi amor?
- O bebê vai nascer, minha bolsa estorou.
- Santo Deus! - me levanto e começo a pegar as coisas do bebê, pego as bolsas, a chave do carro, calço meu chinelo e vou em direção ao elevador. - Esta tudo aqui.
- Não esta se esquecendo de nada? - ouço a voz de Hannah e a vejo caminhando devagar até a porta do elevador.
- Amor perdão, euestou em pânico.
- Theo esta tudo bem, temos algumas horas para chegar ao hospital.
- Tá bom.
- Sou eu quem vai parir e é você quem fica assim.
- Desculpa amor.
Assim que as portas do elevador se abre, ajudo Hannah a caminhar até ao carro e a ajudo a se acomodar. Depois de ter feito isso, guardo as bolsas no porta malas e sento no meu lugar. A ansiedade e o desespero me fizeram, furar três sinais vermelhos, quase atroplei um grupo de ciclistas, estacionei o carro torto na vaga do estacionamento do hospital e a enfermeira veio me ajudar com Hannah.
- Theo, fica calmo. - ela me pedi e afirmo.
Minutos depois meus pais chegam e tento ficar calmo, o médico me chama para poder assistir ao parto e entro no quarto, Hannah esta deitada, sendo preparada e me junto ao lado da cama.
- Você pode apertar a mão de seu marido se quiser, mas vai ser um parto rápido.
- Tudo bem.
Dito isso, respirei fundo e senti i primieor aperto de mão, sorri para ela, mas no fundo eu queria gritar pois ela esta a ponto de quebrar minha mão com sua força.
As uma e quareta e cinco da madrugada de domingo meu filho nasceu, limdo, grande e saudável.
- Parabéns mamãe e papai. - a enfermeira entregou o pequeno e o deitou sobre o peito de Hannah.
- Oi filho.
- Ele é tão lindo Theo.
- É sim amor. - digo emocionado, Hannah deposita um leve beijo na cabecinha dele e sorriu, agora sim, estamos completos.
Horas depois meus pais entram juntamente a minha irmã e ficam encantados com o pequeno.
- Já escolheram o nome do bebê.
- Ainda não. - digo.
- Sabe o que eu fazia? Eu ia falando nome por nome, o nome que o bebê sorria, era o nome eleito.
Hannah olhou para minha irmã e sorriu e depois de olhar para mim, ela disse o primiero nome.
- Christian ! - o bebê sorriu e meu pai ficou todo emocionado. - Ele gostou do nome do vovô.
- Obrigado Hannah! - meu pai disse contendo as lágrimas.
Christian Trevelyan Grey Junior, nosso pequeno talismã. Ele veio para encher nossa vida de cor e alegria.
Hannah esta descansando, as noites com o pequeno Chris estavam nos deixando loucos, mas loucos por um bom motivo, como todos pais de viagem estamos começando a nos adaptar com as mudanças, dormimos durante o dia e vivemos durante a noite.
- Theo pode ir descansar eu fico com ele. - Hannah aparece no quarto do pequeno que dorme tranquilamente.
- Acho que ele dormi a noite toda.
- Ele esta chorando menos agora, a fase dor de barriga esta passando.
- Sim, sobrevivemos.
- Sim! - levanto da poltrona e estico o corpo.
- Preciso de um banho.
- Vai lá amor, eu fico com ele.
- Já volto baby. - dou um beijo em seus lábios e saiu do quarto do pequeno Chris.
Naquela noite ele não chorou e dormiu tranquilamente, agradecemos a Deus pelo privilégio de podermos dormir um pouco a noite, no dia seguinte as seis e meia da manhã ele acorda aos plenos pulmões chorando, Hannah levanta e vai em direção ao quarto do nosso filho para poder amementa-lo.
- Alguém acordou com bastante fome. - digo entrando no quarto.
- Sim, hoje ele esta com fome. - Hannah esta sentanda na poltrona de amamentação, acariciando a cabecinha do nosso pequeno Chris.
- Amor, preciso ir até a empresa, tenho reuniões pendentes.
- Tudo bem.
- Minha mãe esta vindo daqui a pouco te ajudar, qualquer coisa a Gael esta ai também.
- Tá bom amor, pode ir tranquilo.
- Se cuidem. - dou um beijo nela e outro em nosso filho e saiu com o pesar de deixa-los ali até a tarde.