Capítulo 155

1124 Palavras

Kelly Narrando Tem horas que eu mesma não me aguento. Depois de tanto enjoar, sobrevivi. E agora? Agora eu olho pro Fumaça e, meu Deus, tem dia que sinto vontade de matar ele, juro por tudo. Outras vezes, fico louca de vontade de encher ele de beijo, agarrar, dizer que amo e chorar no mesmo minuto. Essa intensidade tá me matando. Na consulta, sentei naquela maca branca gelada, respirei fundo e tentei não demonstrar o turbilhão que tava aqui dentro. Fumaça ficou de pé do meu lado, mão no meu ombro, e aquele sorriso debochado que ele adora soltar quando me vê surtando. A doutora Ane entrou sorrindo, com a prancheta na mão. — E aí, Kelly, como você está se sentindo? — ela perguntou com a voz calma de sempre. Suspirei. — Ah, doutora, tô viva, né? Mas esses hormônios, uma hora tô rindo,

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