Heros Narrando Demorou nada, assim que o Pixote botou fim no desespero ali na academia, olhei pra Renata ajoelhada no chão tremendo e gritando pelos bebês. Não pensei duas vezes. Depois de acalmar ela, mandei o meu irmão levar ela para casa: — Fumaça, Leva ela pra casa agora, irmão. Fumaça correu e segurou ela com todo cuidado do mundo, e do nada, a Larih apareceu não sei da onde e pulou dentro do carro também. Nem discuti, era melhor assim, a Renata precisava de uma amiga perto. Enquanto eles saíam, virei pro Zuza: — Limpa tudo. Chama o pintor, o vidraceiro, troca esse piso todo. Quero esse lugar mais limpo que hospital, entendeu? Nada pode sobrar. Nem cheiro. — Pode deixar, chefe. Já fui pegando minha moto e descendo direto pro posto. No caminho, só Deus sabia o que se passava

