Fumaça Narrando Mano, eu ainda tava na brisa da notícia, comemorando com a Kelly ali na sala, mó emoção, felicidade transbordando. Ela me abraçando, eu beijando a barriga dela, coração mil por hora. Aí já viu, né? O clima tava formado, eu já tava daquele jeitão, pronto pra meter gostoso ali mesmo no sofá da sala. — Vem cá, mamãe do meu filho — falei todo cheio de maldade. Ela riu, mordeu o lábio, se jogou no sofá e puxou minha mão. — Tu não presta, Fumaça — disse rindo. — E tu ama — falei, subindo em cima dela. A gente já tava se pegando quando, uns tiros na frente de casa, seguido de umas batidas nervosa no portão. Kelly arregalou o olho e eu rolei pro lado, püto. — Ah, não — resmunguei. — Esse meu irmão é um empata föda mesmo, pörra. Levantei, ajeitei o short e fui até o interru

