Capítulo 37

1555 Palavras

O sol da manhã ainda não havia surgido quando Elowen abriu os olhos. A mansão permanecia mergulhada em um silêncio quase opressivo, quebrado apenas pelo som distante da chuva que persistia desde a madrugada. O peito de Kael subia e descia sob sua cabeça, firme, constante, como se aquele coração fosse a única âncora que a mantinha no presente. Ela se mexeu levemente, tentando não acordá-lo, mas os olhos de Kael se abriram de imediato, atentos, como se nunca chegasse a dormir de fato. — Ainda está escuro — disse ele, a voz grave e rouca. — Descanse mais. Elowen ergueu os olhos verdes para ele, o rosto parcialmente iluminado pela fraca luz que escapava pelas cortinas. — Não consigo. Minha cabeça não para. Kael passou a mão pelos cabelos dela, afastando uma mecha que caía sobre o rosto. —

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