— Lorenzo, por favor! Preciso levantar para ver nosso filho, ele passou a noite longe de mim. Balanço o braço dele enrolado em minha cintura, é definitivamente frustrante tentar me livrar sem ter qualquer sucesso, seu corpo parece correntes fincados em mim. — Durma, Zafira. Lael está bem. Cicia com voz de sono, me apertando mais. — Já é de manhã, Lorenzo.. Retruco com voz aborrecida, tentando mais uma vez sair. Não conseguir dormir, perdi definitivamente o sono, graças a Lorenzo e seus demasiados delírios chamando por mim, sussurrava assustado também algumas palavras que não compreendi. Mais que o meu nome pronunciado fora o de Bernardi, Lorenzo assemelhou-se a uma criança muito apavorada. O acalentei do jeito necessário para se sentir seguro e em paz, essa palavra fora repetida um

