Ponto de Vista de Emilia Eu estava deitada na cama, olhando para o teto, os eventos do funeral ainda pesando em minha mente. O sorriso estranho da doutora Raina me assombrava como um fantasma. “Uma rosa com espinhos.” “Ajustando as coisas.” Suas palavras tinham se esculpido em meus pensamentos, se repetindo infinitamente até me deixarem doente. Mas então eu ouvi. Um grito. A princípio, pensei que era apenas em minha mente, minha imaginação relembrando o dia. Mas não. Ele veio novamente, mais alto, mais c***l, rompendo o silêncio da noite. Meu corpo se ergueu de repente, meu pulso martelando. Aquele som não era de tristeza. Não era de medo. Era de terror. Eu me levantei da cama e cambaleei em direção à janela. Meus dedos tremiam ao afastar as cortinas. O pátio lá embaixo era caótico

