Ponto de vista de Maximus As botas de Lucien bateram forte no chão de mármore enquanto ele avançava, o som ricocheteando contra as paredes como um tambor de aviso. Eu rosnei, os dentes à mostra, a b***a arranhando minha garganta, calor ainda rugindo através de mim. Minhas garras cortaram o ar, um rosnado gutural vibrando baixo em meu peito. Eu não queria ele perto. Eu não queria ninguém perto. — Fique longe! — Rosnei, embora as palavras tremessem, distorcidas pelo animal em mim. Mas Lucien ignorou. Ele sempre ignorava o perigo que eu representava, como se a lealdade tivesse esculpido o medo de seus ossos há muito tempo. Sua mão agarrou meu braço, firme e estável, apesar de como minhas garras poderiam dilacerar a carne e os ossos num piscar de olhos. — Você está queimando. — Ele murmuro

