Dois passos depois, os meus piores temores se confirmam. Uma confusão de pegadas na terra. Meia dúzia de homens, talvez mais. Eles se reuniram aqui e depois se espalharam. Eu amaldiçoo silenciosamente. Os homens de Budimir nos encontraram? E se sim, como dia*bos eles conseguiram fazer isso? Penso em Esme, sozinha na cabana. Deixei-a sentada perto da lareira, contente, um sinal revelador de que ela estava fazendo música na sua cabeça. Ela está lá desprotegida. Não há como se defender de um grupo de atacantes, armados ou não. Ela precisa de mim. Tenho que voltar. Espero, por Deus, que não seja tarde demais. Eu me viro, pronta para voltar para a cabana o mais rápido que puder. Ali mesmo um grupo de homens sai da floresta, por trás das árvores. Em segundos, estou cercado. As suas armas

