César ri alto. — Aeromoça? É isso que você quer ser, boneca? Eu olho para ele, ofendida por ele estar rindo. — Sim! Elas visitam muitos lugares diferentes e eu quero viajar para todos os países do mundo. Então ele considera a minha resposta e a sua risada diminui lentamente. — Essa é uma boa ambição. Diz ele. — Espero que um dia você viaje para longe deste lugar. — Farei isso. Digo-lhe convencida, com um sorriso. — E você virá comigo. A sua expressão entristece, mas ele pega a minha mão e a beija gentilmente. — Onde quer que você vá, eu estarei cuidando de você. — Eu não preciso de você cuidando de mim. Eu digo imperiosamente. — Eu posso me virar sozinha. Ele ri baixinho. — E eu acredito em você, passarinho. Ele acena com a cabeça. — Você sempre foi o mais forte dos dois. Você deveri

