Vendetta. Era uma das palavras tatuadas no meu peito acima de duas caveiras, que representavam as vidas perdidas. Carregava não só na pele, como no meu coração, o desejo ardente de retribuir cada segundo de dor que me foi infligida naquele fatídico dia. Na minha frente, estava a última peça do quebra-cabeça sendo enterrado. Não havia ninguém além de Carlo e eu. Todos sabiam que ele tirou sua própria vida para assumir a merda da traição. Comendo pelas beiradas na surdina, estava nos vendendo para os albaneses a fim de fazer o sobrenome Carlucci cair de vez. O que falou no hospital, a surpresa de me ver vivo, não era paranoia da minha cabeça. Susano estava envolvido até o último fio de cabelo. Alessandro, antes que eu saísse para encontrar Gjergj Bardha, confessou que ele trabalh

