Romano estava com uma expressão engraçada, como se tivesse acabado de perceber algo e beijou a palma da minha mão. Sorri e prestei atenção no caminho arborizado que Carlo dirigia em retorno a nossa casa na cidade. — Romano — Carlo falou sucinto. Meu marido olhou para trás e conferiu meu cinto, soltando o dele e pegando sua arma. — Já chamei reforços. — Eles vão nos perseguir até o retorno, bloqueie a estrada, eu vou revidar — falou com Carlo. — Quero outro carro para tirar Ana daqui! — gritou ao telefone e me olhou. — Quando o carro parar, solte seu cinto e deite-se no banco até que eu ou Carlo abra a porta novamente. Meu coração estava tão acelerado que só balancei a cabeça. Carlo deu um cavalo de p*u com o carro que levantou uma onda de poeira. Romano saltou já atirando, protegi

