"A verdadeira família é aquela unida pelo espírito e não pelo sangue." – Luiz Gasparetto. Diógenes observava Athos e este também retribuía o olhar. — Eu... realmente sinto muito irmão, mas se você não quiser manter o nosso pacto, tudo bem vá em frente! – Diógenes deu um t**a nas costas do irmão caçula e se levantou, depois saiu da varanda levando consigo as xícaras, deixando a responsabilidade com o deus Grego, que prostrado, fitou os pés descalços. — Athos? – Chamei sua atenção. Ele enfiou os dedos entre os cachos desalinhados e balançou o corpo para frente e para trás. — Então é verdade! – Tapei a boca. — Deus é verdade! – Em choque, fui obrigada a sentar ao seu lado. — Sim! – A palavra saiu como um sopro. — E por sua reação, devo concluir que você estava certo em sua suspeita. – Pa

