Capítulo 11

1708 Palavras

Christian narrando Entrei no meu escritório e fechei a porta, sentindo o silêncio finalmente abafar o som daquela festa que eu nunca quis. Joguei o paletó de qualquer jeito na poltrona e fui direto para a garrafa de uísque. Não servi no copo; bebi um gole direto do gargalo, sentindo o líquido descer rasgando. Eu precisava disso. Me sentei na minha cadeira de couro e encarei a parede de monitores que mostrava cada centímetro daquela propriedade. Na câmera do corredor superior, vi a porta do quarto bater com uma força que quase tremeu a lente. Jade. Aquela garota era um problema que eu não tinha previsto no meu cálculo de danos. O plano era simples: casar, garantir as rotas, manter a fachada e ter uma mulher silenciosa que não me desse trabalho. Mas a língua dela... a língua dela era uma

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