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2430 Palavras

Aurora Ignorando as dores da noite anterior, limpava a cozinha para começar a fazer almoço ouvindo Luna cantando para suas bonecas. Hora ou outra, soltava um sorriso, por causa da minha filha ou das lembranças do encontro bem marcado em minha pele. Como é possível que além de tocar minha pele, ele sempre deixa minha alma marcada também? Esses momentos nossos sempre foram mais do que algo apenas carnal e nós dois sabíamos desde o começo. E aqui estamos, praticamente morando juntos e com uma mini copia de nós dois. — E esse sorrisinho aí ein? — ouço a voz da Paloma e me assusto olhando para a porta da cozinha, onde ela havia acabado de passar. — oi amor da dinda. — Luna grudou no pescoço dela e foi o mesmo chamego de sempre. Paloma até hoje não tinha tocado no assunto do beijo dela e a

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